No calendário da indústria de bens de consumo, do atacado e do e-commerce, o segundo semestre decide o ano. Além disso, Além disso, Dia das Crianças, Black Friday, Cyber Monday e Natal chegam em sequência curta. Por isso os picos de demanda do período cobram performance de todas as pontas da cadeia. E quem começa a se preparar em outubro já chega atrasado.
Em outubro, a disputa por transportadora, matéria-prima e equipamento de TI está saturada. Além disso, o preço sobe e o prazo estica. Já em julho, compras, logística e tecnologia ainda têm tempo de mapear travas, rodar manutenção preventiva e negociar com folga.
Se a sua operação quer atravessar os picos de demanda sem atraso na expedição, a identificação de fardos e paletes precisa sair da categoria de detalhe de almoxarifado. Na verdade, ela sustenta o fluxo inteiro. Primeiro, reunimos as lições dos eventos anteriores. Depois, mostramos como estruturar a infraestrutura de impressão com antecedência.
Durante a Black Friday e as festas de fim de ano, centros de distribuição e esteiras de manufatura rodam 24 horas. Enquanto isso, o fluxo de picking, packing e expedição dobra ou triplica. Nesse ritmo, qualquer interrupção na rotulagem vira efeito dominó.
Assim, esse roteiro se repete todo ano. Já detalhamos o efeito dele no artigo sobre Black Friday antecipada e planejamento de impressão no Q3. Na prática, a trava quase nunca está no estoque. Ela está na etiqueta.
Quatro medidas dão conta da maior parte do risco. Ainda assim, nenhuma delas exige projeto longo. Todas cabem no segundo e no terceiro trimestre.
Primeiro, meça a qualidade de impressão de cada equipamento do parque ativo. Depois, avalie o desgaste das cabeças térmicas e a saúde das baterias dos coletores. Logo, equipamento com falha intermitente sai de cena antes do pico, e não durante. Por isso a manutenção preventiva de impressoras industriais rende mais em julho do que em novembro.
Levante o volume histórico de etiquetas e ribbons consumido nos picos de demanda anteriores. Em seguida, feche o estoque com fornecedor certificado e com capacidade fabril comprovada. Assim a sua expedição deixa de depender do calendário das convertedoras de papel. E o custo entra no orçamento pelo preço de julho.
Se a fábrica precisa de cinco impressoras rodando ao mesmo tempo em dia normal, cinco não bastam em novembro. Monte postos adicionais para o segundo semestre. Assim, máquina de reserva instalada e configurada entra em operação em minutos. Já máquina que precisa ser comprada depois da quebra leva semanas.
Muitos centros de distribuição contratam operadores extras para a campanha. Contudo, esses times não têm a experiência da equipe fixa. Por isso vale dedicar um turno a treinamento prático. Assim, troca de rolo, alinhamento da etiqueta e limpeza diária resolvem boa parte das quebras.
Primeiro, planejamento sazonal funciona melhor quando tem data. O roteiro abaixo distribui as decisões ao longo do semestre.
Afinal, dimensionamento sem número vira chute. Três medidas simples resolvem a conta e cabem em uma tarde de trabalho com o time de expedição.
Comece pelo volume de etiquetas por hora no pico do ano passado. Para isso, puxe o dado do WMS ou do sistema de expedição. Depois, compare com a velocidade nominal de cada impressora do parque. Assim a diferença entre o que a linha precisa e o que o equipamento entrega mostra o buraco.
Em seguida, aplique o fator de crescimento planejado para a campanha. Se a área comercial projeta 30% a mais de pedidos, a capacidade de impressão precisa acompanhar. Muita operação dimensiona estoque e transporte com esse fator, mas esquece a etiqueta no caminho.
Por fim, reserve folga para a quebra. Um parque planejado para operar a 100% da capacidade não tem para onde correr quando uma máquina sai de linha. Por isso, trabalhar com 75% a 80% de ocupação no pico equilibra custo e segurança.
A discussão sobre picos de demanda costuma parar na impressora. Contudo, o coletor de dados trava a operação com a mesma facilidade.
Em turno de 24 horas, a bateria do coletor passa a ser um item crítico. Já bateria com dois anos de uso perde autonomia no meio do turno. Quando isso acontece no pico, o conferente fica parado esperando troca. Por isso vale testar a autonomia real de cada aparelho ainda em agosto, e não confiar na especificação de fábrica.
Além disso, o pico traz operador novo e leitura mais apressada. Assim, coletor com lente riscada ou firmware desatualizado erra mais nessas condições. Depois, o erro de leitura aparece como divergência de inventário em dezembro. Vale incluir os coletores na mesma auditoria das impressoras e prever aparelhos extras para a campanha.
Já tratamos do assunto no artigo sobre manutenção preditiva de coletores e paradas sazonais. E as recomendações de lá valem integralmente para o segundo semestre.
Afinal, dimensionamento sem número vira chute. Três medidas simples resolvem a conta e cabem em uma tarde de trabalho com o time de expedição.
Comece pelo volume de etiquetas por hora no pico do ano passado. Para isso, puxe o dado do WMS ou do sistema de expedição. Depois, compare com a velocidade nominal de cada impressora do parque. Assim a diferença entre o que a linha precisa e o que o equipamento entrega mostra o buraco.
Em seguida, aplique o fator de crescimento planejado para a campanha. Se a área comercial projeta 30% a mais de pedidos, a capacidade de impressão precisa acompanhar. Muita operação dimensiona estoque e transporte com esse fator, mas esquece a etiqueta no caminho.
Por fim, reserve folga para a quebra. Um parque planejado para operar a 100% da capacidade não tem para onde correr quando uma máquina sai de linha. Por isso, trabalhar com 75% a 80% de ocupação no pico equilibra custo e segurança.
A discussão sobre picos de demanda costuma parar na impressora. Contudo, o coletor de dados trava a operação com a mesma facilidade.
Em turno de 24 horas, a bateria do coletor passa a ser um item crítico. Já bateria com dois anos de uso perde autonomia no meio do turno. Quando isso acontece no pico, o conferente fica parado esperando troca. Por isso vale testar a autonomia real de cada aparelho ainda em agosto, e não confiar na especificação de fábrica.
Além disso, o pico traz operador novo e leitura mais apressada. Assim, coletor com lente riscada ou firmware desatualizado erra mais nessas condições. Depois, o erro de leitura aparece como divergência de inventário em dezembro. Vale incluir os coletores na mesma auditoria das impressoras e prever aparelhos extras para a campanha.
Já tratamos do assunto no artigo sobre manutenção preditiva de coletores e paradas sazonais. E as recomendações de lá valem integralmente para o segundo semestre.
Comprar impressora industrial para atender três ou quatro meses de pico imobiliza capital sem retorno. Ainda por cima, depois da campanha o equipamento fica ocioso e deprecia o ano inteiro. Por isso muitas operações migram para locação sazonal. Por exemplo, comparamos os dois modelos no artigo sobre outsourcing de impressão versus compra própria.
A FCM Outsourcing trabalha com um modelo desenhado para essa sazonalidade:
Além disso, os nossos fluxos logísticos, o atendimento técnico e os suprimentos seguem a norma ISO 9001:2015. Assim, quando o pico chega, o processo já está auditado.
Por fim, o segundo semestre de alta performance começa a ser montado agora. Se a sua operação ainda depende de um parque no limite e de compra de insumo em cima da hora, fale com a engenharia da FCM Outsourcing. Levantamos o seu volume projetado e desenhamos o dimensionamento de impressão para os picos de demanda deste ano.